António Osório

Personalidade multifacetada em vários domínios da criação artística, António Osório de Castro, que não expunha desde 2001, reaparece agora em Azeitão,no novo espaço Galeria Vi∆ Ide∆. Estamos perante um conjunto de trabalhos que se inserem num percurso, que teve inicio numa exposição coletiva, realizada em Lisboa, em 1964, no Palácio Foz, no âmbito doSalão dos Novíssimos e que se repetiu, a seguir no Porto, apresentado por mestre Carlos Ramos, director da então Escola Superior de Belas Artes, que renovou, em Portugal, o magistério da Pintura, da Escultura, da Arquitetura, através de uma equipa de excepção em que se destacavam, por exemplo, Dórdio Gomes, Barata Feyo e o próprio Carlos Ramos. Imago Mundi assim se intitula a exposição, que celebra os 50 anos de intervenção artística de António Osório de Castro.

Exposições Coletivas 1964 – Lisboa S. N. I., salão dos Novíssimos 1966 – Lisboa (Convento do Marianos) Mostra de 13 alunos de Roberto Araújo 1989 – Aveiro, Bienal Internacional de Cerâmica Artística Barreiro (Nova Galeria de Arte) Exposição coletiva de Artes Plásticas – Barrind 89 1995 – Lisboa (Moira Galeria de Arte) Coletiva de 4 pintores portugueses 1998 – Santiago do Cacém (Museu Municipal) “Os caminhos da Liberdade” Lisboa (Museu da Água) “10 Anos de Arte” Seixal (Galeria Augusto Cabrita) “5 anos, 25 artistas” Almada (Galeria Municipal de Arte) “Dez Anos Galeria Municipal” Exposições Individuais 1987 – Vilamoura (Marinotel) “Pintura Cerâmica” 1988 – Porto (hotel Meridien) “Pintura Cerâmica” Barreiro (Estúdio Augusto Cabrita) “Pintura Cerâmica” Vilamoura (Marinotel) “Cerâmica” 1989 – Lisboa (Galeria 2062 – Amoreiras) “Pintura Cerâmica” Cascais (Galeria Albatroz) “Pintura Cerâmica” 1990 – Setúbal (Casa de Bocage – Galeria Municipal de Artes Visuais) “Pintura Cerâmica” Lisboa (Galeria S. Mamede) “Pinturas Recentes” 1993 – Porto (Galeria a Praça) “Exaltação da Matéria” 1994 – Almada (Galeria Municipal de Arte) “Revisão da Matéria Dada Aveiro (Galeria Morgados da Pedricosa) “Pintura” 1995 – Silves (Museu Municipal de Arqueologia) “Matérias e Memórias” Palmela (Igreja de S. Tiago) “O Tempo e a Forma” 1996 – Beja (Galeria dos Escudeiros) “Magmas” Lisboa (Reservatório da Patriacal) “Fons Vitae” Monsaraz (Fundação Convento da Orada) “Natura Pintura” 1997 – Lisboa (Galeria Municipal Gymnásio) “In Situ” Montemor-o-Novo (Galeria Municipal) “Materiologia” APEC – Associação Portuguesa de Economistas “Pintura Cerâmica” Macau (Casa Garden – Fundação Oriente) “In Extremis” Tóquio (Galeria Yungen) “In Extremis” 1998 – Loulé (Convento Espírito Santo) “A Luz Enraizada” Lisboa ( Museu da Electricidade, Central Tejo) “Opera Omnia” Seixal (Galeria Augusto Cabrita, Forum Municipal) “Namargem” 2000 – Coimbra (Casa Municipal da Cultura) “Interalia” 2001 – Idanha-a-Nova (Centro Cultural Raiano) “Extremidades” Amadora (Galeria M. Artur Bual) “À Flôr do Tacto” Lisboa (Galeria art konstant) “OPA” Setúbal (Casa do Corpo Santo) “ o ouro, a prata, o azul” 2015 – Azeitão, Galeria Via Idea, “Imago Mundi”